O plano estratégico delineado para os próximos três mandatos autárquicos prevê que o concelho cresça 1% acima da média da Península e uma criação líquida de, pelo menos, 500 empregos por ano
O plano estratégico para o desenvolvimento económico de Braga, que está a ser apresentado esta quarta-feira, 17 de Dezembro, no Theatro Circo, estabelece que até ao ano de 2026 este concelho "solidificará a posição de terceira cidade portuguesa e estará no top 10 das cidades da Península Ibérica" para investir, viver e visitar. Tecnologias de informação, comunicação e electrónica (TICE); engenharia, construção e ambiente; comércio e turismo são os sectores em que assentará a cidade de dimensão média, com dinamismo económico e facilitadora do empreendedorismo.
"Braga deverá ser reconhecida como uma verdadeira ‘smart and trendy city’, sendo tal posicionamento alicerçado nos seguintes eixos: uma cidade inovadora baseada na sua dinâmica empreendedora de base tecnológica e integradora de uma região tecnológica constituída, entre outros, pelos concelhos do Quadrilátero Urbano [inclui também Barcelos, Guimarães e Famalicão] com influência crescente no Eixo Atlântico; uma cidade feliz, que ganha corpo pelo seus índices de qualidade de vida, sustentabilidade e dinâmica social e cultural", lê-se no documento elaborado pela InvestBraga.
Neste documento, para o qual foram consultadas entidades como a AICEP, a Universidade do Minho, a Associação Comercial de Braga, a Associação Industrial do Minho, o Hospital de Braga, a Diocese de Braga e empresas relevantes no concelho, como a Primavera Software e a Bosch, são apontadas as vantagens competitivas e também os eixos estratégicos para os próximos 12 anos.