O Ministro do Ambiente defendeu que o Quadro Comunitário de Apoio Portugal 2030 tenha inscrita a construção do metro de superfície. entre as cidades de Braga e Guimarães. Um estudo do Eixo Atlântico já analisou esta e outras conexões
O Ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, defendeu, em declarações à SIC, que o Quadro Comunitário de Apoio Portugal 2030 tenha inscrita a construção do metro de superfície. entre as cidades de Braga e Guimarães.
Durante a visita que efectuou à cidade do Porto, o ministro falou da ligação entre Braga e Guimarães, e até à futura estação de alta velocidade, como um objectivo estratégico do Governo, no que considera ser um quadro ambicioso que terá que estar previsto no Portugal 2030.
“Queremos que o Quadro Comunitário de apoio Portugal 2030 tenha as verbas inscritas para financiar o BRT de Braga. O que está previsto e que certamente está a ser estudado pela Câmara Municipal é um objectivo estratégico nosso, que queremos avance. A dúvida aqui não é se avança. A dúvida é se fica por um projecto daquela dimensão ou se é maior, possibilitando a ligação à alta velocidade e a Guimarães. Certamente que vamos estar alinha- dos”, declarou o governante.
Nun estudo do Eixo Atlántico, elaborado por Francésc Cárdenas no 2020 afirmava que:”as cidades de Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão, assumem uma posição de particular relevância dinâmica do noroeste ibérico, atuando como eixo estruturante, tanto na ligação transversal entre as cidades costeiras e do interior, como na transição entre as várias cidades da orla costeira, com especial incidência no eixo Porto-Viana de Castelo".
"Os municípios -continua o estudo- que constituem o Quadrilátero Urbano configuram-se, de facto, como a terceira área metropolitana de Portugal, a seguir a Lisboa e Porto. Incluem uma população de 600.000 habitantes e as distâncias entre os núcleos urbanos rondam os 20-25 km.Com essa finalidade, uma rede segregada de transporte público deveria ser o elemento estrutural desta área".
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