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Quatro cidades do Eixo Atlântico no Congresso Nacional de Municípios Amigos do Desporto

Quatro cidades do Eixo Atlântico no Congresso Nacional de Municípios Amigos do Desporto

Formação e organização de eventos são as bases das boas práticas desportivas

Congresso Nacional de Municípios Amigos do Desporto deu a conhecer os diferentes programas realizados por várias câmaras municipais para incentivar as populações à prática desportiva.

A iniciativa permitiu debater ‘Os desafios da Gestão Municipal do Desporto’ e as várias iniciativas desenvolvidas pelas Câmaras municipais de Barcelos, Braga, Esposende, Vila Nova de Famalicão, Melgaço, Águeda, Covilhã, Felgueiras, Leiria, Paredes, S. João da Madeira e Vila Franca de Xira.

A aposta na formação, a informação e a realização de actividades desportivas, são os três factores fundamentais para as boas práticas desportivas. A mensagem foi transmitida ontem, pelo presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino, na sessão de abertura do Congresso Nacional de Municípios Amigos do Desporto.

O autarca barcelense explicou que no que diz respeito à formação, o município tem criado condições para que os atletas dos clubes e as associações desportivas “possam ter acesso ao desporto de uma forma generalizada.”

Na área da informação, Mário Constantino considerou “importante dar destaque à ética no desporto, e à formação dos pais. Cada vez mais sentimos que os pais têm, ás vezes, um efeito negativo na formação dos jovens, porque vêem no jovem um futuro Cristiano Ronaldo, em vez de verem no desporto uma formação integral.”

O coordenador nacional do Programa ‘Município Amigo do Desporto’, Pedro Soares, frisou que o encontro teve como principal motivação “melhorar a intervenção dos municípios, partilhando as boas práticas e partilhando a informação.”

O evento foi o primeiro congresso nacional de partilha das boas práticas que é um dos pilares do funcionamento do programa. Pretende-se partilhar as boas práticas dos vários municípios.

O congresso aconteceu em Barcelos como “reconhecimento do trabalho feito e porque sentimos que há vontade de continuara fazer as coisas bem e a implementar as boas práticas”, justificou Pedro Soares.